"Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.
Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero brincar de manhã à noite, seja com o que for.
Quando for grande, quero ser um brincador.
Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.
Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer.
Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador,
muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador,
e também que imaginar, como imagina um imaginador...
A minha mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida.
E depois acrescenta, a suspirar: "é assim a vida".
Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser um brincador.
Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta.
Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta.
Na minha sepultura, vão escrever: Aqui jaz um brincador."
Álvaro Magalhães
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
abram alas para o Noddy...
"Noddy e Ruca são estrelas de publicidade
Criados para distrair e ensinar, ajudam a vender brinquedos, bolachas e produtos bancários. Noddy e Ruca não são jogadores de futebol nem estrelas de cinema, mas como os ídolos de carne e osso têm uma imagem cuidadosamente gerida que vale milhões.
Só em direitos de propriedade (os chamados royalties), que não incluem os direitos de transmissão na televisão, a personagem Ruca, por exemplo, rendeu mais de um milhão de euros em cinco anos. Mas o campeão é mesmo o Noddy, que arrecada entre 1,5 e dois milhões de euros por ano.
O preço que uma empresa ou marca paga por usar estes ídolos dos mais pequenos em embalagens ou publicidade é muito variável, mas a alimentação e os livros é onde normalmente sai mais barato «contratar» o Noddy ou o Ruca.
E ter um boneco na embalagem ajuda - e muito. As vendas num único mês de umas bolachas com a cara do Noddy ultrapassaram as estimativas de venda que a empresa tinha feito para um ano inteiro, exemplifica Sofia Jardim, da Biplano, a empresa que tem dos direitos de propriedade do famoso boneco.
O cuidado na gestão da marca
Mas as empresas licenciadoras, as «donas» das personagens que autorizam a utilização da sua imagem, têm cuidado na gestão da sua marca e não permitem, por exemplo, que estes ídolos das crianças sejam usados em publicidade a doces com doses elevadas de açúcar ou em comida de plástico.
É que más associações são sinónimo de maus negócios: podem existir apenas picos de venda de um produto em vez da continuidade pretendida, inundação do mercado ou desinteresse dos pais, segundo várias especialistas ouvidas pela Lusa.
Mafalda Bernardino Teixeira, da empresa de marketing infantil Mkids, lembra ainda que os miúdos também não gostam de ser «enganados» e ver as suas expectativas frustradas.
Assim, é sempre acautelada a relação com os conceitos transmitidos pelas personagens - alimentação saudável, hábitos de vida e de consumo positivos - , garantem as empresas Elastic Rights, que licencia o Ruca, e Biplano, a «dona» do Noddy.
Mas o poder destas personagens vai além do universo infantil e, recentemente, tanto o Ruca como o Noddy foram associados à imagem de bancos. A associação a uma «marca querida das crianças pode ser uma maneira de [uma empresa] se diferenciar da concorrência, chamando a atenção para a sua proposta e mostrando ainda que sabe e entende de crianças e do que é importante para elas», explica Madalena Castro, da empresa de comunicação e marketing infantil Zero a Oito.
A primeira porta de entrada dos ídolos infantis na casa das famílias é a televisão, mas passado algum tempo começam a surgir os vídeos e os livros, depois os brinquedos e mais tarde outros produtos paralelos, como festivais musicais. Uma estratégia que visa dar a conhecer a personagem e ganhar a confiança dos mais pequenos, mas também do resto da família, conseguindo assim criar abertura para produtos que ainda não existem. O que acaba por acontecer é um ciclo de «retroalimentação do consumo», segundo Maria João Alvares, da Elastic Rights.
Sofia Vieira, especialista em consumo e marcas no grupo de media Omnicom, explica que mesmo que a série de televisão se extinga, as personagens «têm vida própria e vivem na Internet, têm vídeos e livros».
O Ruca e o Noddy estão vocacionados para a faixa dos três aos seis anos, mas as cores primárias das séries, a música apelativa e as escolhas dos pais fazem muitas vezes baixar a idade dos «consumidores» das personagens, cuja força e valor parece não ser afectada pela crise.
«Os pais fazem tudo: infelizmente os pais trabalham muito, chegam tarde a casa e, para tentar compensar, enchem as crianças de brinquedos. Talvez nós estejamos a jogar de forma errada com isso, mas cada um gere a sua família como acha melhor», afirma Maria João Alvares.
Os pais dizem que tentam não ceder, mas assumem que é difícil resistir «à agressividade comercial».
Criados para distrair e ensinar, ajudam a vender brinquedos, bolachas e produtos bancários. Noddy e Ruca não são jogadores de futebol nem estrelas de cinema, mas como os ídolos de carne e osso têm uma imagem cuidadosamente gerida que vale milhões.
Só em direitos de propriedade (os chamados royalties), que não incluem os direitos de transmissão na televisão, a personagem Ruca, por exemplo, rendeu mais de um milhão de euros em cinco anos. Mas o campeão é mesmo o Noddy, que arrecada entre 1,5 e dois milhões de euros por ano.
O preço que uma empresa ou marca paga por usar estes ídolos dos mais pequenos em embalagens ou publicidade é muito variável, mas a alimentação e os livros é onde normalmente sai mais barato «contratar» o Noddy ou o Ruca.
E ter um boneco na embalagem ajuda - e muito. As vendas num único mês de umas bolachas com a cara do Noddy ultrapassaram as estimativas de venda que a empresa tinha feito para um ano inteiro, exemplifica Sofia Jardim, da Biplano, a empresa que tem dos direitos de propriedade do famoso boneco.
O cuidado na gestão da marca
Mas as empresas licenciadoras, as «donas» das personagens que autorizam a utilização da sua imagem, têm cuidado na gestão da sua marca e não permitem, por exemplo, que estes ídolos das crianças sejam usados em publicidade a doces com doses elevadas de açúcar ou em comida de plástico.
É que más associações são sinónimo de maus negócios: podem existir apenas picos de venda de um produto em vez da continuidade pretendida, inundação do mercado ou desinteresse dos pais, segundo várias especialistas ouvidas pela Lusa.
Mafalda Bernardino Teixeira, da empresa de marketing infantil Mkids, lembra ainda que os miúdos também não gostam de ser «enganados» e ver as suas expectativas frustradas.
Assim, é sempre acautelada a relação com os conceitos transmitidos pelas personagens - alimentação saudável, hábitos de vida e de consumo positivos - , garantem as empresas Elastic Rights, que licencia o Ruca, e Biplano, a «dona» do Noddy.
Mas o poder destas personagens vai além do universo infantil e, recentemente, tanto o Ruca como o Noddy foram associados à imagem de bancos. A associação a uma «marca querida das crianças pode ser uma maneira de [uma empresa] se diferenciar da concorrência, chamando a atenção para a sua proposta e mostrando ainda que sabe e entende de crianças e do que é importante para elas», explica Madalena Castro, da empresa de comunicação e marketing infantil Zero a Oito.
A primeira porta de entrada dos ídolos infantis na casa das famílias é a televisão, mas passado algum tempo começam a surgir os vídeos e os livros, depois os brinquedos e mais tarde outros produtos paralelos, como festivais musicais. Uma estratégia que visa dar a conhecer a personagem e ganhar a confiança dos mais pequenos, mas também do resto da família, conseguindo assim criar abertura para produtos que ainda não existem. O que acaba por acontecer é um ciclo de «retroalimentação do consumo», segundo Maria João Alvares, da Elastic Rights.
Sofia Vieira, especialista em consumo e marcas no grupo de media Omnicom, explica que mesmo que a série de televisão se extinga, as personagens «têm vida própria e vivem na Internet, têm vídeos e livros».
O Ruca e o Noddy estão vocacionados para a faixa dos três aos seis anos, mas as cores primárias das séries, a música apelativa e as escolhas dos pais fazem muitas vezes baixar a idade dos «consumidores» das personagens, cuja força e valor parece não ser afectada pela crise.
«Os pais fazem tudo: infelizmente os pais trabalham muito, chegam tarde a casa e, para tentar compensar, enchem as crianças de brinquedos. Talvez nós estejamos a jogar de forma errada com isso, mas cada um gere a sua família como acha melhor», afirma Maria João Alvares.
Os pais dizem que tentam não ceder, mas assumem que é difícil resistir «à agressividade comercial».
quinta-feira, 17 de julho de 2008
may the force be with... nature!!
Crianças inglesas revelaram saber mais sobre o mestre Yoda do que sobre natureza!

Um estudo realizado pela National Trust veio demonstrar que a natureza é cada vez menos familiar às crianças, muito menos do que o mestre Yoda, pois 9 em cada 10 são capazes de identificar esta personagem da saga Guerra das Estrelas enquanto que apenas metade reconhece um pinheiro.

etade das crianças inquiridas (n: 1651) revelou não saber qual a diferença entre uma abelha e uma vespa.
Atentos e preocupados com este fenómeno de familiarização com seres do espaço mas pouca ou nenhuma relação com a natureza que os rodeia, o NT já pôs sobre rodas uma campanha que visa sensibilizar as famílias a passar mais tempo "outdoors" através do "Space Bus" um autocarro que levará o jardim à cidade.
mais informações sobre esta notícia aqui
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quarta-feira, 16 de julho de 2008
"tudo é vício, nada é vício. tudo depende da quantidade"

Sobre o efeito da televisão nas crianças já muito se especulou nomeadamente no que respeita ao carácter educativo ou não da televisao, do seu potencial lúdico ou não...
Mas foi recentemente publicado um estudo que concluí que "Crianças com menos de três anos de idade que assistem à televisão podem desenvolver problemas de aprendizado no seu desenvolvimento, mas a atividade pode ser benéfica entre os três e os cinco anos.". Este estudo realizado pela equipa da universidade de Washington e publicado pelo jornal Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine, da Associação Médica Americana observou 1.797 crianças entre os seis e sete anos de idade.
Esta equipa constatou que "aquelas (crianças)que haviam sido expostas à televisão por cerca de duas horas antes dos três anos apresentaram dificuldades para ler e aprender matemática.
Já nas crianças entre três e cinco anos, que viram televisão por cerca de três horas, foi identificado um efeito positivo apenas no teste de leitura."
o foco da investigação não foi encontrar os aspectos negativos da televisão mas sim os motivos que podem levar a que televisão, como meio quente pouco fará para estimular a criança fornecendo-lhe assim informação e estímulos imagéticos que poderiam estar a ser construídos em vez de "recebidos".
deixaram duas hipóteses a considerar, no que respeita a este grupo,que se prende com o tempo "roubado" pela televisão pode levar a "que as crianças passem menos tempo em outras atividades educacionais e recreativas.
Sendo a segunda hipótese "que as imagens intensas e o áudio danificam o rápido desenvolvimento do cérebro das crianças".
para alguns investigadores, por sua vez, a televisão, através de programas educacionais pode ajudar a estimular habilidades académicas. o que interessa aqui equacionar é a variável tempo, que eles propõem não exceder os 30 minutos.
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sexta-feira, 11 de julho de 2008
Não à publicidade! Será o caminho?
Na página mídia e marketing (Brasil) vem uma notícia (de 04 de Julho) que refere o consenso de Pais e associações no que respeita à regulamentação e consequente proibição da publicidade para crianças, materializada num proposta de um deputado que pode ser descrita como “Um projeto de lei, que aguarda votação na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara de Deputados, sugere o fim da publicidade de produtos voltados para crianças. A proposta de alteração no Código de Defesa do Consumidor, de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), faz coro com pais e representantes de entidades ligadas à infância e à adolescência que vêem na propaganda uma forma de oportunismo, que se aproveitaria da inocência deste público.”
Não será perigoso o caminho da proibição e negação da publicidade?
À partida nesta “sociedade de consumo” em que todos vivemos, a alguma altura na nossa vida vamos ter que lidar com impulsos consumistas que podem ou não ser gerados por factores externos (nomeadamente publicidade) – mas não será a proibição da publicidade um caminho radical?
Numa altura em que a literacia dos meios impera e se torna fulcral na vida destes pequenos grandes consumidores, não seria mais interessante apostar no ensino e na desmontagem da publicidade, seus propósitos e fins?
Muitas vezes subestimamos as crianças e achamo-las mais ingénuas do que aquilo que são – crianças com bases são crianças informadas que certamente saberão ou poderão fazer melhor a destrinça entre o que é importante ou não e esse pode ser também um caminho…
Regulamentar e controlar sim, proibir parece excessivo...
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Crianças dos EUA, Malta e Portugal são as que revelam maior excesso de peso
"Estados Unidos, Malta e Portugal são os três países de um conjunto de 41 analisados por um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) onde as crianças com onze anos revelam maior excesso de peso.
Os dados hoje divulgados inserem-se num relatório sobre as desigualdades na saúde dos jovens que inquiriu mais de 200 mil crianças e jovens com 11, 13 e 15 anos em 41 países. Do total de jovens inquiridos em 2006, 3.919 são portugueses (1.886 rapazes e 2.025 raparigas).
(...)Portugal surge em terceiro lugar quando a análise incide nas crianças com onze anos. O estudo revela que 22 por cento das raparigas e 25 por cento dos rapazes têm excesso de peso. Já no grupo etário dos 13 anos Portugal desce para a 10ª posição, com 13 por cento de raparigas e 18 por cento dos rapazes a revelarem excesso de peso. No entanto, quando a análise incide nos jovens com 15 anos Portugal volta a subir para o sexto lugar: 13 por cento das raparigas e 22 por cento dos rapazes revelam peso a mais.
Os adolescentes inquiridos indicaram a sua altura e peso (sem sapatos), tendo depois sido calculado o índice de massa corporal. Segundo o relatório, os rapazes de onze anos têm mais tendência a ter excesso de peso do que as raparigas em metade dos países analisados e, na maioria dos países, nas idades dos 13 e 15 anos.
A crescente obesidade infantil levou já a Europa a lançar estratégias de combate. Segundo dados de Bruxelas, há 22 milhões de crianças com excesso de peso ou obesidade na União Europeia, sendo que a progressão é estimada em mais 400 mil de ano para ano. Estas crianças têm maior risco de vir a sofrer de doenças como a diabetes, problemas de fígado e cardíacos, hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.
O relatório internacional hoje apresentado num evento conjunto da OMS/HBSC (Rede Europeia "Health Behaviour in School-aged Children”), na Escócia, é o quarto sobre os comportamentos saudáveis das crianças em idade escolar com 11, 13 e 15 anos.
Incidindo sobre desigualdades na saúde, o trabalho aborda as dimensões de género, idade, geográficas e sócio-económicas dos jovens de 41 países. O objectivo do relatório é revelar onde estão as desigualdades para informar e melhorar a saúde para todos os jovens."
De facto as crianças devem ser os principais alvos das estratégias de prevenção da obesidade, isto porque as crianças podem ser consideradas como indivíduos particularmente em risco pelo simples facto de serem intelectual e emocionalmente mais imaturas, tornando-se por isso mais susceptíveis a influências do ambiente e da publicidade que hoje em dia se tornou mais agressiva no que toca a produtos alimentares ricos em açúcares e pobres em nutrientes essenciais.
As crianças estão igualmente numa fase crítica de aquisição de conhecimentos e comportamentos que se vão sedimentar na vida adulta, pelo que cabe à sociedade e aos educadores garantir o melhor ambiente para o desenvolvimento saudável das crianças
Os dados hoje divulgados inserem-se num relatório sobre as desigualdades na saúde dos jovens que inquiriu mais de 200 mil crianças e jovens com 11, 13 e 15 anos em 41 países. Do total de jovens inquiridos em 2006, 3.919 são portugueses (1.886 rapazes e 2.025 raparigas).
(...)Portugal surge em terceiro lugar quando a análise incide nas crianças com onze anos. O estudo revela que 22 por cento das raparigas e 25 por cento dos rapazes têm excesso de peso. Já no grupo etário dos 13 anos Portugal desce para a 10ª posição, com 13 por cento de raparigas e 18 por cento dos rapazes a revelarem excesso de peso. No entanto, quando a análise incide nos jovens com 15 anos Portugal volta a subir para o sexto lugar: 13 por cento das raparigas e 22 por cento dos rapazes revelam peso a mais.
Os adolescentes inquiridos indicaram a sua altura e peso (sem sapatos), tendo depois sido calculado o índice de massa corporal. Segundo o relatório, os rapazes de onze anos têm mais tendência a ter excesso de peso do que as raparigas em metade dos países analisados e, na maioria dos países, nas idades dos 13 e 15 anos.
A crescente obesidade infantil levou já a Europa a lançar estratégias de combate. Segundo dados de Bruxelas, há 22 milhões de crianças com excesso de peso ou obesidade na União Europeia, sendo que a progressão é estimada em mais 400 mil de ano para ano. Estas crianças têm maior risco de vir a sofrer de doenças como a diabetes, problemas de fígado e cardíacos, hipertensão e acidentes vasculares cerebrais.
O relatório internacional hoje apresentado num evento conjunto da OMS/HBSC (Rede Europeia "Health Behaviour in School-aged Children”), na Escócia, é o quarto sobre os comportamentos saudáveis das crianças em idade escolar com 11, 13 e 15 anos.
Incidindo sobre desigualdades na saúde, o trabalho aborda as dimensões de género, idade, geográficas e sócio-económicas dos jovens de 41 países. O objectivo do relatório é revelar onde estão as desigualdades para informar e melhorar a saúde para todos os jovens."
De facto as crianças devem ser os principais alvos das estratégias de prevenção da obesidade, isto porque as crianças podem ser consideradas como indivíduos particularmente em risco pelo simples facto de serem intelectual e emocionalmente mais imaturas, tornando-se por isso mais susceptíveis a influências do ambiente e da publicidade que hoje em dia se tornou mais agressiva no que toca a produtos alimentares ricos em açúcares e pobres em nutrientes essenciais.
As crianças estão igualmente numa fase crítica de aquisição de conhecimentos e comportamentos que se vão sedimentar na vida adulta, pelo que cabe à sociedade e aos educadores garantir o melhor ambiente para o desenvolvimento saudável das crianças
quarta-feira, 4 de junho de 2008
afinal de contas...quanto vale uma criança?
esta semana foi amplamente divulgado um estudo ( ou partes dele ) da Omni Trends pela consumer insight OMG que abarcou o universo das crianças dos 7 aos 12 anos.
este estudo citado pelo Diário de Notícias, Público, IOL, Briefing, agência Financeira, Diário Digital e correio da manhã, veio reforçar algumas ideias que até aqui já tinham veículadas com alguma frequência, tais como:
- na compra de um automóvel a opinião das crianças pesa (cerca de 67%);
- as crianças têm um forte poder de influência sobre os Pais no que respeita à aquisição de roupa e e alimentos;
- influenciam os Pais no que toca à reciclagem;
Uma outra coisa que começa a ser de domínio público é que as crianças (re)conhecem marcas a partir dos 2 anos de idade (estamos alguns anos atrás da McDonalds felizmente mas as empresas já levam em conta esse "facto".
assim e citando uma especialista desta área " as oportunidades são fisgadas ainda no útero da mãe".
bem... há mais um nº de factos relativos a este assunto, revelados à sombra deste estudo. aqui a questão que sobra é quem protege as crianças destes estímulos, cada vais mais comuns, cada vez mais certeiros...
e mesmo que esta postura proteccionista das crianças não faça sentido com "o proteger as crianças" como se estas fossem "esponjas" acríticas então como se educa/ensina a perceber o que é verdadeiramente importante?
este estudo citado pelo Diário de Notícias, Público, IOL, Briefing, agência Financeira, Diário Digital e correio da manhã, veio reforçar algumas ideias que até aqui já tinham veículadas com alguma frequência, tais como:
- na compra de um automóvel a opinião das crianças pesa (cerca de 67%);
- as crianças têm um forte poder de influência sobre os Pais no que respeita à aquisição de roupa e e alimentos;
- influenciam os Pais no que toca à reciclagem;
Uma outra coisa que começa a ser de domínio público é que as crianças (re)conhecem marcas a partir dos 2 anos de idade (estamos alguns anos atrás da McDonalds felizmente mas as empresas já levam em conta esse "facto".
assim e citando uma especialista desta área " as oportunidades são fisgadas ainda no útero da mãe".
bem... há mais um nº de factos relativos a este assunto, revelados à sombra deste estudo. aqui a questão que sobra é quem protege as crianças destes estímulos, cada vais mais comuns, cada vez mais certeiros...
e mesmo que esta postura proteccionista das crianças não faça sentido com "o proteger as crianças" como se estas fossem "esponjas" acríticas então como se educa/ensina a perceber o que é verdadeiramente importante?
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terça-feira, 3 de junho de 2008
60 por cento das crianças e jovens têm televisão no quarto
03.06.2008 - 09h34 Isabel Leiria
" Mais de 90 por cento das crianças e jovens têm pelo menos duas televisões em casa e seis em cada dez têm uma no quarto, tal como acontece com uma percentagem semelhante de pais. Os aparelhos estão na sala, mas também na cozinha e noutras divisões. Só que esta já não é a “lareira electrónica” à volta da qual se reúne a família.
“Há uma tendência para o uso independente dos aparelhos de televisão que se afasta do paradigma do seu uso familiar”, dizem os autores do estudo "E-Generation: Os Usos de Media pelas Crianças e Jovens em Portugal", de 2007. Os investigadores do ISCTE Rita Espanha e Tiago Lapa inquiriram uma amostra representativa de miúdos entre os 8 e os 18 anos e chegaram à conclusão que, apesar de continuar “omnipresente” (em mais de metade dos lares existem três ou mais aparelhos), a televisão perdeu o seu lugar central, com os jovens a dividirem o seu tempo e atenção com outros meios e tarefas, como o computador, o leitor de MP3 ou o telemóvel.
A televisão pode até estar sempre ligada, com 91 por cento dos inquiridos a dizer que assim é às horas das refeições. Metade admite até que o aparelho está a funcionar mesmo quando ninguém está a ver. O que acontece é que, também muitas vezes, cada elemento da família a utiliza no seu espaço, originando “novas formas de organização familiar e modos de organização geográfica das actividades familiares”.
E se a vida dos jovens se está “a deslocar do público para o privado”, por causa do “declínio da cultura de rua e do convívio familiar”, uma vez em casa é no quarto que os mais novos passam muito do seu tempo. Os autores do estudo falam mesmo na “emergência de uma cultura do ‘quarto de dormir’, onde os jovens tendem a concentrar no seu reduto mais privado os «media» que utilizam”.
“Esta forma de estar, o isolamento dos jovens no seu próprio quarto, já existia nas gerações anteriores. Mas agora os jovens têm ao seu dispor vários meios (televisão, telemóveis, internet) que lhes dão entretenimento e lhes permitem também prolongar as relações com outros jovens sem sair de casa”, comenta Rita Espanha.
Em relação ao que vêem na televisão, a TVI é o canal favorito para mais de metade (a RTP 1 tem a preferência de apenas 4,5 por cento) e gostam sobretudo de filmes. Mas são as telenovelas que mais tempo lhes roubam. Menos de metade assiste ao telejornal.
A Internet é outro dos "media" que tem ganho uma importância fundamental na vida dos jovens. Quase três em cada quatro assume-se como utilizador, com a maioria a iniciar-se aos 10,11 anos. A Web serve para enviar "mails", consultar enciclopédias e dicionários "online" ou procurar informação relacionada com os estudos. Navegar “sem objectivos concretos”, jogar ou participar em "chats", combinar saídas e contactar amigos quando se “está desanimado” são outras utilizações recorrentes.
Concluem então os investigadores que o receio de que as novas tecnologias provoquem o isolamento dos jovens não parece confirmar-se, na medida em que a rede é utilizada para interagir e comunicar. “Há um prolongamento e uma intensificação da vida social, especialmente através de uma muito maior utilização da Internet”, reforça Rita Espanha.
Mais de metade fica “muito ansioso” se não tiver o telemóvel
Já se sabia que o telemóvel se tornou num acessório quase imprescindível na vida de muita gente. Praticamente todos os jovens entre os 16 e os 18 anos inquiridos no estudo do ISCTE têm um e metade das crianças entre 8 e os 12 também. Em média, é aos 11,8 anos que se recebe o primeiro aparelho. O que se verifica é que os níveis de “habituação psicológica” ao telemóvel são também elevados nesta faixa etária.
Entre os inquiridos do estudo "EGeneration: Os Usos de Media pelas Crianças e Jovens em Portugal", 85 por cento concordam com a noção de que se sentem muito mais tranquilos quando têm consigo o seu telemóvel. E mais de metade admitem sentir-se “muito ansioso/a” quando não o podem ter. Sendo certo que a maioria das chamadas são para amigos e familiares, mas que apenas três por cento dizem respeito a conversas que têm como objectivo a “resolução de problemas fundamentais da gestão doméstica e familiar”.
Resultado: 44 por cento garantem que não fariam a maioria das chamadas que efectuam no telemóvel através do telefone fixo, objecto que começa, aliás, a ser cada vez menos comum em casa (existe em cerca de metade dos lares dos inquiridos).
As mensagens escritas são a forma de utilização preferida – a média de chamadas diárias é de 3,65, enquanto a de SMS sobe para quase 26 – e substituem em muitos casos a comunicação oral. Os votos de boas festas e os parabéns a amigos e familiares já não são maioritariamente dados com cartões ou telefonemas, mas através de mensagens escritas. Que também servem para namorar e combinar encontros como, nalguns casos, para terminar uma relação amorosa, com 15 por cento dos jovens a admitir tê-lo feito dessa forma.
Por tudo isto, acaba por não ser surpreendente que as crianças e os jovens assumam que têm dificuldades em desligar o seu meio de contacto favorito. Cerca de 40 por cento admitem que não o fazem quando estão em aulas, conferências e palestras. Nem em momentos fúnebres ou em celebrações religiosas em igrejas.
O telemóvel é também uma “companhia” a que se recorre quando se está sozinho e se espera por alguém. Sobretudo para as raparigas, que enviam SMS e telefonam enquanto aguardam. Por mês, os jovens gastam em média 18,5 euros.
Quanto a hábitos de leitura, o estudo indica que 60 por cento lêem livros e quase um em cada três lêem jornais. Mas dedicam a esta actividade pouco mais de meia hora semanal, contra as 15 que passam a ver televisão ou as 10 que consomem a navegar na Internet.
O cinema continua a ser uma das actividades preferidas, com 60 por cento a ir habitualmente a uma sala."
" Mais de 90 por cento das crianças e jovens têm pelo menos duas televisões em casa e seis em cada dez têm uma no quarto, tal como acontece com uma percentagem semelhante de pais. Os aparelhos estão na sala, mas também na cozinha e noutras divisões. Só que esta já não é a “lareira electrónica” à volta da qual se reúne a família.
“Há uma tendência para o uso independente dos aparelhos de televisão que se afasta do paradigma do seu uso familiar”, dizem os autores do estudo "E-Generation: Os Usos de Media pelas Crianças e Jovens em Portugal", de 2007. Os investigadores do ISCTE Rita Espanha e Tiago Lapa inquiriram uma amostra representativa de miúdos entre os 8 e os 18 anos e chegaram à conclusão que, apesar de continuar “omnipresente” (em mais de metade dos lares existem três ou mais aparelhos), a televisão perdeu o seu lugar central, com os jovens a dividirem o seu tempo e atenção com outros meios e tarefas, como o computador, o leitor de MP3 ou o telemóvel.
A televisão pode até estar sempre ligada, com 91 por cento dos inquiridos a dizer que assim é às horas das refeições. Metade admite até que o aparelho está a funcionar mesmo quando ninguém está a ver. O que acontece é que, também muitas vezes, cada elemento da família a utiliza no seu espaço, originando “novas formas de organização familiar e modos de organização geográfica das actividades familiares”.
E se a vida dos jovens se está “a deslocar do público para o privado”, por causa do “declínio da cultura de rua e do convívio familiar”, uma vez em casa é no quarto que os mais novos passam muito do seu tempo. Os autores do estudo falam mesmo na “emergência de uma cultura do ‘quarto de dormir’, onde os jovens tendem a concentrar no seu reduto mais privado os «media» que utilizam”.
“Esta forma de estar, o isolamento dos jovens no seu próprio quarto, já existia nas gerações anteriores. Mas agora os jovens têm ao seu dispor vários meios (televisão, telemóveis, internet) que lhes dão entretenimento e lhes permitem também prolongar as relações com outros jovens sem sair de casa”, comenta Rita Espanha.
Em relação ao que vêem na televisão, a TVI é o canal favorito para mais de metade (a RTP 1 tem a preferência de apenas 4,5 por cento) e gostam sobretudo de filmes. Mas são as telenovelas que mais tempo lhes roubam. Menos de metade assiste ao telejornal.
A Internet é outro dos "media" que tem ganho uma importância fundamental na vida dos jovens. Quase três em cada quatro assume-se como utilizador, com a maioria a iniciar-se aos 10,11 anos. A Web serve para enviar "mails", consultar enciclopédias e dicionários "online" ou procurar informação relacionada com os estudos. Navegar “sem objectivos concretos”, jogar ou participar em "chats", combinar saídas e contactar amigos quando se “está desanimado” são outras utilizações recorrentes.
Concluem então os investigadores que o receio de que as novas tecnologias provoquem o isolamento dos jovens não parece confirmar-se, na medida em que a rede é utilizada para interagir e comunicar. “Há um prolongamento e uma intensificação da vida social, especialmente através de uma muito maior utilização da Internet”, reforça Rita Espanha.
Mais de metade fica “muito ansioso” se não tiver o telemóvel
Já se sabia que o telemóvel se tornou num acessório quase imprescindível na vida de muita gente. Praticamente todos os jovens entre os 16 e os 18 anos inquiridos no estudo do ISCTE têm um e metade das crianças entre 8 e os 12 também. Em média, é aos 11,8 anos que se recebe o primeiro aparelho. O que se verifica é que os níveis de “habituação psicológica” ao telemóvel são também elevados nesta faixa etária.
Entre os inquiridos do estudo "EGeneration: Os Usos de Media pelas Crianças e Jovens em Portugal", 85 por cento concordam com a noção de que se sentem muito mais tranquilos quando têm consigo o seu telemóvel. E mais de metade admitem sentir-se “muito ansioso/a” quando não o podem ter. Sendo certo que a maioria das chamadas são para amigos e familiares, mas que apenas três por cento dizem respeito a conversas que têm como objectivo a “resolução de problemas fundamentais da gestão doméstica e familiar”.
Resultado: 44 por cento garantem que não fariam a maioria das chamadas que efectuam no telemóvel através do telefone fixo, objecto que começa, aliás, a ser cada vez menos comum em casa (existe em cerca de metade dos lares dos inquiridos).
As mensagens escritas são a forma de utilização preferida – a média de chamadas diárias é de 3,65, enquanto a de SMS sobe para quase 26 – e substituem em muitos casos a comunicação oral. Os votos de boas festas e os parabéns a amigos e familiares já não são maioritariamente dados com cartões ou telefonemas, mas através de mensagens escritas. Que também servem para namorar e combinar encontros como, nalguns casos, para terminar uma relação amorosa, com 15 por cento dos jovens a admitir tê-lo feito dessa forma.
Por tudo isto, acaba por não ser surpreendente que as crianças e os jovens assumam que têm dificuldades em desligar o seu meio de contacto favorito. Cerca de 40 por cento admitem que não o fazem quando estão em aulas, conferências e palestras. Nem em momentos fúnebres ou em celebrações religiosas em igrejas.
O telemóvel é também uma “companhia” a que se recorre quando se está sozinho e se espera por alguém. Sobretudo para as raparigas, que enviam SMS e telefonam enquanto aguardam. Por mês, os jovens gastam em média 18,5 euros.
Quanto a hábitos de leitura, o estudo indica que 60 por cento lêem livros e quase um em cada três lêem jornais. Mas dedicam a esta actividade pouco mais de meia hora semanal, contra as 15 que passam a ver televisão ou as 10 que consomem a navegar na Internet.
O cinema continua a ser uma das actividades preferidas, com 60 por cento a ir habitualmente a uma sala."
domingo, 1 de junho de 2008
As crianças são o melhor do mundo...
mas nem sempre o mundo é o melhor para as crianças.
O Dia Mundial da Criança é sem dúvida um dia alegre mas pode também ser um bom motivo para reflexão.
A cada dia morrem 143.000 crianças vítimas de fome, e no entanto, nos países avançados, um terço dos produtos comestíveis vão intactos para o caixote do lixo.
23 milhões de crianças estão privadas do ensino básico anualmente.
317 milhões a partir dos 5 anos de idade são vítimas de trabalho infantil.
anualmente mais de 1 milhão de crianças são traficadas.
A natalidade, no nosso País, está a diminuir drasticamente, em 2007 já houve em Portugal mais 1.514 mortos do que nascimentos pelo que o tivemos pela 1ª vez um saldo negativo, no que respeita ao crescimento natural.
o sorriso das crianças é brilhante. era tão bom que todas elas nos pudessem iluminar.
O Dia Mundial da Criança é sem dúvida um dia alegre mas pode também ser um bom motivo para reflexão.
A cada dia morrem 143.000 crianças vítimas de fome, e no entanto, nos países avançados, um terço dos produtos comestíveis vão intactos para o caixote do lixo.
23 milhões de crianças estão privadas do ensino básico anualmente.
317 milhões a partir dos 5 anos de idade são vítimas de trabalho infantil.
anualmente mais de 1 milhão de crianças são traficadas.
A natalidade, no nosso País, está a diminuir drasticamente, em 2007 já houve em Portugal mais 1.514 mortos do que nascimentos pelo que o tivemos pela 1ª vez um saldo negativo, no que respeita ao crescimento natural.
o sorriso das crianças é brilhante. era tão bom que todas elas nos pudessem iluminar.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Children And Advertising
" Did you know?
The average American child may view as many as 40,000 television commercials every year (Strasburger, 2001).
Children as young as age three recognize brand logos (Fischer, 1991), with brand loyalty influence starting at age two (McNeal, 1992).
Young children are not able to distinguish between commercials and TV programs. They do not recognize that commercials are trying to sell something (Comstock, 1991).
In 2001, teenagers, ages twelve to nineteen spent $172 billion (an average of $104 per teen each week), up 11 percent from $155 billion in 2000 (Teen Research Unlimited, 2002).
In 2002, children ages four to twelve are expected to spend an estimated $40 billion (McNeal, 2002).
In 2000, children 12 years and under, directly and indirectly, influenced the household spending of over $600 billion (McNeal, 2001).
In 1997, $1.3 billion was spent on television advertisements directed at children. Counting all media, advertising and marketing budgets aimed at children approached $12 billion (McNeal, 1999).
Children who watch a lot of television, want more toys seen in advertisements and eat more advertised food than children who do not watch as much television (Strasburger, 2002).
The market sales of licensed products for infants increased 32% to a record 2.5 billion dollars in 1996 (Business Week, 6/30/97).
Four hours of television programming contain about 100 ads (Minneapolis Star Tribune, 1999).
What's Happening
With children either spending or influencing 500 billion dollars worth of purchases, marketing techniques have been turned upside down. In the past the most effective way to sell children's products was through mom and dad. Now the opposite is true, children are the focal point for intense advertising pressure seeking to influence billions of dollars of family spending. Advertisers are aware that children influence the purchase of not just kid's products anymore, but everything in the household from cars to toothpaste. Thus these "adult" products are being paired with kid- oriented logos and images.
With children's increased access to new communication technologies being paired with the fast pace and busy schedules of today's families, parents are less able to filter out the messages from the advertising world. Children themselves have been asked to assume more purchasing decisions than ever before.
Marketing tools beyond the ever-present television have spread into many facets of children's lives:
Magazines aimed at children have blossomed. Many of these magazines are kid versions of adult magazines. For instance, the popular Sports Illustrated for Kids, carries ads for minivans.
Promotional toys either tie in to cartoons, TV shows and movies or promote brand consciousness and loyalty.
Cartoon and toy characters are used on all kinds of products, seeking to catch the children's eyes and purchases.
Databases of child customers are being built from information gathered on Internet sign-ups and chat rooms, from electronic toy registries at stores like Toys 'R' Us, and from direct surveys.
Advertising in schools: Advertisers and marketers take advantage of severe budget shortfalls in schools to offer cash or products in return for advertising access to children.
Channel One: short news briefs are surrounded by commercials that children are forced to watch in schools.
Promotional licensing of products aimed at kids which will include media pitches, e.g., a brand of pagers will include messages from MTV.
Logos on all types of merchandise, everywhere children go.
Children's radio networks are becoming popular.
Children's toys are starting to carry product placements (e.g. Barbie™ dolls with Coca Cola™ accessories).
Give-away programs include promotional merchandise aimed at children (e.g., McDonald's™ "Happy Meals").
Sources
Comstock, George (1991). Television and the American child. Academic Press Inc.
Fischer, Paul M., Schwartz, Meyer P., Richards, John W. Jr., Goldstein, Adam O. (1991, December 11). Brand logo recognition by children aged 3 to 6 years: Mickey Mouse and Old Joe the Camel. Journal of the American Medical Association, 266, 3145 - 3148.
McNeal, James (1992). Kids as customers. NY:Lexington Books.
McNeal, James (1999). The Kids' Market: Myths and Realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
McNeal, James (2001). Quoted in McDonald M, Lavelle M. Call it 'kid-fluence'. U.S. News & World Report, July 30, 2001, p.32.
McNeal, James (2002). Quoted in MacPherson K. Poll of children shows whining wins. Pittsburgh Post-Gazette, June 17, 2002, pA-7.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.
McNeal, James (1998, April). Tapping the three kids' markets. American Demographics, 20, 36-41.
McNeal, James (1999). The kids' market: Myths and realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.
Strasburger, Victor C. (2001, June). Children and TV advertising: Nowhere to run, nowhere to hide. Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics, 22, 185.
Strasburger, Victor C., Wilson, Barbara J. (2002). Children, adolescents and the media. Sage Publications: Thousand Oaks, CA., p53.
Teen Research Unlimited (2002). Cited in Robust teen market offers growth in '02. FN, April 29, 2002, v58, p15.
In www.mediafamily.org
The average American child may view as many as 40,000 television commercials every year (Strasburger, 2001).
Children as young as age three recognize brand logos (Fischer, 1991), with brand loyalty influence starting at age two (McNeal, 1992).
Young children are not able to distinguish between commercials and TV programs. They do not recognize that commercials are trying to sell something (Comstock, 1991).
In 2001, teenagers, ages twelve to nineteen spent $172 billion (an average of $104 per teen each week), up 11 percent from $155 billion in 2000 (Teen Research Unlimited, 2002).
In 2002, children ages four to twelve are expected to spend an estimated $40 billion (McNeal, 2002).
In 2000, children 12 years and under, directly and indirectly, influenced the household spending of over $600 billion (McNeal, 2001).
In 1997, $1.3 billion was spent on television advertisements directed at children. Counting all media, advertising and marketing budgets aimed at children approached $12 billion (McNeal, 1999).
Children who watch a lot of television, want more toys seen in advertisements and eat more advertised food than children who do not watch as much television (Strasburger, 2002).
The market sales of licensed products for infants increased 32% to a record 2.5 billion dollars in 1996 (Business Week, 6/30/97).
Four hours of television programming contain about 100 ads (Minneapolis Star Tribune, 1999).
What's Happening
With children either spending or influencing 500 billion dollars worth of purchases, marketing techniques have been turned upside down. In the past the most effective way to sell children's products was through mom and dad. Now the opposite is true, children are the focal point for intense advertising pressure seeking to influence billions of dollars of family spending. Advertisers are aware that children influence the purchase of not just kid's products anymore, but everything in the household from cars to toothpaste. Thus these "adult" products are being paired with kid- oriented logos and images.
With children's increased access to new communication technologies being paired with the fast pace and busy schedules of today's families, parents are less able to filter out the messages from the advertising world. Children themselves have been asked to assume more purchasing decisions than ever before.
Marketing tools beyond the ever-present television have spread into many facets of children's lives:
Magazines aimed at children have blossomed. Many of these magazines are kid versions of adult magazines. For instance, the popular Sports Illustrated for Kids, carries ads for minivans.
Promotional toys either tie in to cartoons, TV shows and movies or promote brand consciousness and loyalty.
Cartoon and toy characters are used on all kinds of products, seeking to catch the children's eyes and purchases.
Databases of child customers are being built from information gathered on Internet sign-ups and chat rooms, from electronic toy registries at stores like Toys 'R' Us, and from direct surveys.
Advertising in schools: Advertisers and marketers take advantage of severe budget shortfalls in schools to offer cash or products in return for advertising access to children.
Channel One: short news briefs are surrounded by commercials that children are forced to watch in schools.
Promotional licensing of products aimed at kids which will include media pitches, e.g., a brand of pagers will include messages from MTV.
Logos on all types of merchandise, everywhere children go.
Children's radio networks are becoming popular.
Children's toys are starting to carry product placements (e.g. Barbie™ dolls with Coca Cola™ accessories).
Give-away programs include promotional merchandise aimed at children (e.g., McDonald's™ "Happy Meals").
Sources
Comstock, George (1991). Television and the American child. Academic Press Inc.
Fischer, Paul M., Schwartz, Meyer P., Richards, John W. Jr., Goldstein, Adam O. (1991, December 11). Brand logo recognition by children aged 3 to 6 years: Mickey Mouse and Old Joe the Camel. Journal of the American Medical Association, 266, 3145 - 3148.
McNeal, James (1992). Kids as customers. NY:Lexington Books.
McNeal, James (1999). The Kids' Market: Myths and Realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
McNeal, James (2001). Quoted in McDonald M, Lavelle M. Call it 'kid-fluence'. U.S. News & World Report, July 30, 2001, p.32.
McNeal, James (2002). Quoted in MacPherson K. Poll of children shows whining wins. Pittsburgh Post-Gazette, June 17, 2002, pA-7.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.
McNeal, James (1998, April). Tapping the three kids' markets. American Demographics, 20, 36-41.
McNeal, James (1999). The kids' market: Myths and realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.
Strasburger, Victor C. (2001, June). Children and TV advertising: Nowhere to run, nowhere to hide. Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics, 22, 185.
Strasburger, Victor C., Wilson, Barbara J. (2002). Children, adolescents and the media. Sage Publications: Thousand Oaks, CA., p53.
Teen Research Unlimited (2002). Cited in Robust teen market offers growth in '02. FN, April 29, 2002, v58, p15.
In www.mediafamily.org
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Hábitos de leitura...
Jovens e mulheres lêem mais do que a média nacional
"O maior índice de leitura no Brasil é registrado entre os jovens e as crianças. O diagnóstico é da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro. Enquanto a média nacional é de 4,7 livros ano/habitante, entre a população de 5 a 10 anos o índice sobe para 6,9.
O público de 11 a 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano, enquanto de 14 a 17 anos o número é de 6,6. As mulheres também saem na frente: elas lêem 5,3 livros por ano, enquanto o índice entre eles é de 4,1. O alto índice de leitura entre os jovens está ligado à fase escolar.
O estudo aponta que dos 4,7 livros lidos por ano, 3,4 obras são indicadas pela escola e apenas 1,3 é uma escolha espontânea. O universo da pesquisa foi de 172,7 milhões de pessoas, das quais 95,6 milhões foram consideradas leitoras, o que significa ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses. Desse total, 54% deles são estudantes que lêem as obras indicadas pela escola.
- A pesquisa mostrou que depois da fase escolar há um distanciamento da leitura. A escola precisa trabalhar um pouco mais na tarefa de criar leitores que gostem de ler e que continuem a ler depois que saem da escola, para uma leitura não só pragmática - avalia o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim.
As crianças apontam o prazer como o principal significado da leitura. Mas para a maioria dos entrevistados, o livro é uma fonte de conhecimento (42%). Só 8% citam a atividade como prazerosa ou interessante. As mães são indicadas como as maiores incentivadoras do hábito, ficando à frente dos professores (...)"
e em Portugal?
Estudos revelam progressos nos hábitos de leitura dos portugueses
" Os estudos realizados no âmbito do PNL revelam progressos quanto aos hábitos de leitura dos portugueses.
Segundo o estudo A Leitura em Portugal, coordenado por Maria de Lourdes Lima dos Santos, do Observatório das Actividades Culturais, os portugueses estão a ler mais do que há 10 anos, tendo-se verificado um aumento do número de leitores de livros na ordem dos 7 pontos percentuais e de jornais de 10 pontos percentuais.
O progresso registado é consistente. Contudo, os portugueses ainda não lêem o mesmo que os cidadãos de outros países europeus, motivo pelo qual o Governo vai continuar a investir no PNL, na rede de bibliotecas escolares e na rede de leitura pública.
Já de acordo com os resultados do estudo Hábitos de Leitura da População Escolar, coordenado por Mário Lages, da Universidade Católica Portuguesa, os estudantes gostam mais de ler do que habitualmente se pensa.
É nos 1.º e 2.º ciclo que os alunos são leitores mais entusiastas. No 2.º ciclo, verifica-se que 9 em cada 10 alunos afirmam gostar de ler, vindo os livros juvenis, de aventuras e de banda desenhada no topo das suas preferências.
No 3.º ciclo, a percentagem de alunos que dizem gostar de ler desce, com 29 por cento dos inquiridos a afirmar gostar pouco ou nada da leitura e quase 75 por cento a reconhecer que quotidianamente não lê outros livros que não os escolares.
No ensino secundário, o gosto pela leitura é mais acentuado nos estudantes que desejam prosseguir estudos. Entre os alunos que pretendem chegar ao doutoramento, 29 por cento referem que gostam muito de ler e, entre estes, 5 por cento consideram-se mesmo viciados na leitura."
"O maior índice de leitura no Brasil é registrado entre os jovens e as crianças. O diagnóstico é da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro. Enquanto a média nacional é de 4,7 livros ano/habitante, entre a população de 5 a 10 anos o índice sobe para 6,9.
O público de 11 a 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano, enquanto de 14 a 17 anos o número é de 6,6. As mulheres também saem na frente: elas lêem 5,3 livros por ano, enquanto o índice entre eles é de 4,1. O alto índice de leitura entre os jovens está ligado à fase escolar.
O estudo aponta que dos 4,7 livros lidos por ano, 3,4 obras são indicadas pela escola e apenas 1,3 é uma escolha espontânea. O universo da pesquisa foi de 172,7 milhões de pessoas, das quais 95,6 milhões foram consideradas leitoras, o que significa ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses. Desse total, 54% deles são estudantes que lêem as obras indicadas pela escola.
- A pesquisa mostrou que depois da fase escolar há um distanciamento da leitura. A escola precisa trabalhar um pouco mais na tarefa de criar leitores que gostem de ler e que continuem a ler depois que saem da escola, para uma leitura não só pragmática - avalia o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim.
As crianças apontam o prazer como o principal significado da leitura. Mas para a maioria dos entrevistados, o livro é uma fonte de conhecimento (42%). Só 8% citam a atividade como prazerosa ou interessante. As mães são indicadas como as maiores incentivadoras do hábito, ficando à frente dos professores (...)"
e em Portugal?
Estudos revelam progressos nos hábitos de leitura dos portugueses
" Os estudos realizados no âmbito do PNL revelam progressos quanto aos hábitos de leitura dos portugueses.
Segundo o estudo A Leitura em Portugal, coordenado por Maria de Lourdes Lima dos Santos, do Observatório das Actividades Culturais, os portugueses estão a ler mais do que há 10 anos, tendo-se verificado um aumento do número de leitores de livros na ordem dos 7 pontos percentuais e de jornais de 10 pontos percentuais.
O progresso registado é consistente. Contudo, os portugueses ainda não lêem o mesmo que os cidadãos de outros países europeus, motivo pelo qual o Governo vai continuar a investir no PNL, na rede de bibliotecas escolares e na rede de leitura pública.
Já de acordo com os resultados do estudo Hábitos de Leitura da População Escolar, coordenado por Mário Lages, da Universidade Católica Portuguesa, os estudantes gostam mais de ler do que habitualmente se pensa.
É nos 1.º e 2.º ciclo que os alunos são leitores mais entusiastas. No 2.º ciclo, verifica-se que 9 em cada 10 alunos afirmam gostar de ler, vindo os livros juvenis, de aventuras e de banda desenhada no topo das suas preferências.
No 3.º ciclo, a percentagem de alunos que dizem gostar de ler desce, com 29 por cento dos inquiridos a afirmar gostar pouco ou nada da leitura e quase 75 por cento a reconhecer que quotidianamente não lê outros livros que não os escolares.
No ensino secundário, o gosto pela leitura é mais acentuado nos estudantes que desejam prosseguir estudos. Entre os alunos que pretendem chegar ao doutoramento, 29 por cento referem que gostam muito de ler e, entre estes, 5 por cento consideram-se mesmo viciados na leitura."
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terça-feira, 27 de maio de 2008
Metro: Crianças são directores por um dia
"O Metro vai entregar a direcção da edição de 30 Maio às crianças. O objectivo, explica ao M&P Luís Pimenta, director do título, é assinalar o Dia Mundial da Criança a 1 de Junho. “Vai ser o dia em que o Metro vai dar voz às crianças, não basta um Dia Mundial da Criança”, justifica. Para isso, a acção que “vai ser trabalhada com escolas com quem estamos a preparar esta edição”, vai convidar “um grupo alargado de crianças, entre os 6 e os 12 anos, a fazer o jornal”. Às crianças caberá, portanto, fazer a selecção e a produção dos conteúdos que irão constar na edição do final do mês. “Estou aberto que seja todo o jornal, a não ser que haja algum acontecimento de actualidade que o impeça”, adianta Luís Pimenta, assegurando que este é “um projecto inédito na imprensa portuguesa”, não tendo sido nunca realizado na network do jornal gratuito. “É uma ideia portuguesa”, diz.
A iniciativa será acompanha por uma acção de recolha de “jogos didácticos, brinquedos e livros”. O jornal, decorrente da parceria firmada com a Fundação do Gil, irá promover junto dos leitores a entrega desses produtos em pontos de distribuição do título, material que será, posteriormente, entregue a serviços de pediatria em hospitais.
“Estamos a pedir às pessoas para doarem aquilo que estes meninos mais necessitam, em bom-estado ou até produtos novos”, refere o responsável editorial. "
esta parece ser uma iniciativa muito rica em todos os sentidos - editorial, filantropico... certamente será uma edição do Metro para guardar!
A iniciativa será acompanha por uma acção de recolha de “jogos didácticos, brinquedos e livros”. O jornal, decorrente da parceria firmada com a Fundação do Gil, irá promover junto dos leitores a entrega desses produtos em pontos de distribuição do título, material que será, posteriormente, entregue a serviços de pediatria em hospitais.
“Estamos a pedir às pessoas para doarem aquilo que estes meninos mais necessitam, em bom-estado ou até produtos novos”, refere o responsável editorial. "
esta parece ser uma iniciativa muito rica em todos os sentidos - editorial, filantropico... certamente será uma edição do Metro para guardar!
RTP, SIC e TVI não cumprem lei da televisão e contrato de concessão
"(...) A estação pública registou também um "baixo índice" de programas formativos e uma "quase ausência" nos dias úteis de programas dirigidos aos públicos juvenil e infantil e aos grupos minoritários, obrigações impostas pelo contrato de concessão de serviço público.
A ERC fez ainda um "reparo crítico" à RTP2 devido às repetições de programas, que representam "mais de um quarto da programação" neste canal. Os canais privados SIC e TVI também foram acusados de incumprimento, tendo ambos falhado a obrigação de emitir programas informativos de debate e entrevista autónomos e com periodicidade semanal. A ERC adianta ainda que a TVI não cumpre a obrigação de emitir diariamente programas dirigidos ao público juvenil e infantil, no período da manhã ou da tarde. "
in Público 26/05/2008
A ERC fez ainda um "reparo crítico" à RTP2 devido às repetições de programas, que representam "mais de um quarto da programação" neste canal. Os canais privados SIC e TVI também foram acusados de incumprimento, tendo ambos falhado a obrigação de emitir programas informativos de debate e entrevista autónomos e com periodicidade semanal. A ERC adianta ainda que a TVI não cumpre a obrigação de emitir diariamente programas dirigidos ao público juvenil e infantil, no período da manhã ou da tarde. "
in Público 26/05/2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
"Uma em cada cinco escolas do ensino básico já ensina programa de publicidade "
29.04.2008 - 14h12 Lusa
"Quase uma em cada cinco escolas do ensino básico conta já com o programa de ensino de publicidade, o Media Smart, dois meses depois de o módulo ter sido introduzido, anunciou hoje a associação de anunciantes.Segundo a entidade, o primeiro módulo do Media Smart está a ser ensinado em 1101 escolas públicas e 67 privadas, sendo que, no total, existem em Portugal cerca de 6500 escolas dos primeiros e segundo ciclo. O número de escolas a ensinar o programa aumentou mais sete vezes em relação a meio de Março, já que cerca de duas semanas depois de ter começado a ser introduzido nas escolas, o Media Smart contava com 125 adesões.De acordo com a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN), os pedidos para os dossiers pedagógicos Media Smart abrangem a totalidade do território nacional, destacando-se os distritos do Porto, com 135 pedidos, Lisboa, com 112, Aveiro, com 104 e Viseu, com 93.O programa Media Smart destina-se a desenvolver as competências das crianças para interpretar mensagens publicitárias, sendo constituído por três módulos que abordam diferentes vertentes da publicidade - introdução à publicidade, publicidade dirigida a crianças e publicidade não comercial. O programa arrancou oficialmente no dia 21 de Fevereiro, numa iniciativa da APAN e do Ministério da Educação, e visa dotar os alunos do 1.º e 2.º Ciclos de ferramentas que lhes permitam compreender e interpretar a publicidade, com o objectivo de "fazer escolhas mais conscientes".O Programa Media Smart é utilizado como ferramenta de ensino em mais de 68 mil escolas na Europa, tendo Portugal sido o primeiro país do sul da Europa a adoptá-lo. "
Importante aqui é entender de que forma este programa está a ser aplicado pelos professores, pois o programa não é obrigatório. "deve ser" encaixado nos conteúdos programáticos existentes o que leva à dependência de uma "certa" boa vontade e dinamismo dos professores...
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domingo, 13 de abril de 2008
as crianças e o consumo
há algum tempo que se verifica que as crianças têm um novo estatuto no que respeita ao consumo.
são agora consumidoras pois têm dinheiro para levar para escola e assim poderem lanchar, são prescritoras pois acompanham os seus Pais às compras e não se limitam a sugerir apenas as compras que directamente lhes respeitam. escolhem juntamente comos Pais os destinos de férias e ajudam a decidir qual o carro que a família deve adquirir...
as crianças de hoje não são muito diferentes das crianças de há 40 anos atrás, têm é um maior poder de decisão e de prescrição o que lhes confere um novo estatuto.
paralelamente a isto, existe agora um séquito, voraz de marcas que entenderam (alguns anos depois da Mc Donalds é certo...) que entrando nas opções de compra das crianças hoje, muito provavelmente as vão acompanhar no futuro... pois embora infiel este público quando guarda uma marca no coração, é provável que o faça para sempre...
são agora consumidoras pois têm dinheiro para levar para escola e assim poderem lanchar, são prescritoras pois acompanham os seus Pais às compras e não se limitam a sugerir apenas as compras que directamente lhes respeitam. escolhem juntamente comos Pais os destinos de férias e ajudam a decidir qual o carro que a família deve adquirir...
as crianças de hoje não são muito diferentes das crianças de há 40 anos atrás, têm é um maior poder de decisão e de prescrição o que lhes confere um novo estatuto.
paralelamente a isto, existe agora um séquito, voraz de marcas que entenderam (alguns anos depois da Mc Donalds é certo...) que entrando nas opções de compra das crianças hoje, muito provavelmente as vão acompanhar no futuro... pois embora infiel este público quando guarda uma marca no coração, é provável que o faça para sempre...
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