quinta-feira, 29 de maio de 2008

Children And Advertising

" Did you know?

The average American child may view as many as 40,000 television commercials every year (Strasburger, 2001).

Children as young as age three recognize brand logos (Fischer, 1991), with brand loyalty influence starting at age two (McNeal, 1992).

Young children are not able to distinguish between commercials and TV programs. They do not recognize that commercials are trying to sell something (Comstock, 1991).

In 2001, teenagers, ages twelve to nineteen spent $172 billion (an average of $104 per teen each week), up 11 percent from $155 billion in 2000 (Teen Research Unlimited, 2002).

In 2002, children ages four to twelve are expected to spend an estimated $40 billion (McNeal, 2002).

In 2000, children 12 years and under, directly and indirectly, influenced the household spending of over $600 billion (McNeal, 2001).

In 1997, $1.3 billion was spent on television advertisements directed at children. Counting all media, advertising and marketing budgets aimed at children approached $12 billion (McNeal, 1999).

Children who watch a lot of television, want more toys seen in advertisements and eat more advertised food than children who do not watch as much television (Strasburger, 2002).

The market sales of licensed products for infants increased 32% to a record 2.5 billion dollars in 1996 (Business Week, 6/30/97).



Four hours of television programming contain about 100 ads (Minneapolis Star Tribune, 1999).

What's Happening

With children either spending or influencing 500 billion dollars worth of purchases, marketing techniques have been turned upside down. In the past the most effective way to sell children's products was through mom and dad. Now the opposite is true, children are the focal point for intense advertising pressure seeking to influence billions of dollars of family spending. Advertisers are aware that children influence the purchase of not just kid's products anymore, but everything in the household from cars to toothpaste. Thus these "adult" products are being paired with kid- oriented logos and images.

With children's increased access to new communication technologies being paired with the fast pace and busy schedules of today's families, parents are less able to filter out the messages from the advertising world. Children themselves have been asked to assume more purchasing decisions than ever before.

Marketing tools beyond the ever-present television have spread into many facets of children's lives:


Magazines aimed at children have blossomed. Many of these magazines are kid versions of adult magazines. For instance, the popular Sports Illustrated for Kids, carries ads for minivans.
Promotional toys either tie in to cartoons, TV shows and movies or promote brand consciousness and loyalty.
Cartoon and toy characters are used on all kinds of products, seeking to catch the children's eyes and purchases.
Databases of child customers are being built from information gathered on Internet sign-ups and chat rooms, from electronic toy registries at stores like Toys 'R' Us, and from direct surveys.
Advertising in schools: Advertisers and marketers take advantage of severe budget shortfalls in schools to offer cash or products in return for advertising access to children.
Channel One: short news briefs are surrounded by commercials that children are forced to watch in schools.
Promotional licensing of products aimed at kids which will include media pitches, e.g., a brand of pagers will include messages from MTV.
Logos on all types of merchandise, everywhere children go.
Children's radio networks are becoming popular.
Children's toys are starting to carry product placements (e.g. Barbie™ dolls with Coca Cola™ accessories).
Give-away programs include promotional merchandise aimed at children (e.g., McDonald's™ "Happy Meals").

Sources
Comstock, George (1991). Television and the American child. Academic Press Inc.
Fischer, Paul M., Schwartz, Meyer P., Richards, John W. Jr., Goldstein, Adam O. (1991, December 11). Brand logo recognition by children aged 3 to 6 years: Mickey Mouse and Old Joe the Camel. Journal of the American Medical Association, 266, 3145 - 3148.
McNeal, James (1992). Kids as customers. NY:Lexington Books.
McNeal, James (1999). The Kids' Market: Myths and Realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
McNeal, James (2001). Quoted in McDonald M, Lavelle M. Call it 'kid-fluence'. U.S. News & World Report, July 30, 2001, p.32.
McNeal, James (2002). Quoted in MacPherson K. Poll of children shows whining wins. Pittsburgh Post-Gazette, June 17, 2002, pA-7.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.

McNeal, James (1998, April). Tapping the three kids' markets. American Demographics, 20, 36-41.
McNeal, James (1999). The kids' market: Myths and realities. Ithaca, NY: Paramount Market.
Minneapolis Star Tribune, March 10, 1999.
Strasburger, Victor C. (2001, June). Children and TV advertising: Nowhere to run, nowhere to hide. Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics, 22, 185.
Strasburger, Victor C., Wilson, Barbara J. (2002). Children, adolescents and the media. Sage Publications: Thousand Oaks, CA., p53.
Teen Research Unlimited (2002). Cited in Robust teen market offers growth in '02. FN, April 29, 2002, v58, p15.

In www.mediafamily.org

Hábitos de leitura...

Jovens e mulheres lêem mais do que a média nacional

"O maior índice de leitura no Brasil é registrado entre os jovens e as crianças. O diagnóstico é da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada pelo Instituto Pró-Livro. Enquanto a média nacional é de 4,7 livros ano/habitante, entre a população de 5 a 10 anos o índice sobe para 6,9.

O público de 11 a 13 anos chega a ler 8,6 livros por ano, enquanto de 14 a 17 anos o número é de 6,6. As mulheres também saem na frente: elas lêem 5,3 livros por ano, enquanto o índice entre eles é de 4,1. O alto índice de leitura entre os jovens está ligado à fase escolar.

O estudo aponta que dos 4,7 livros lidos por ano, 3,4 obras são indicadas pela escola e apenas 1,3 é uma escolha espontânea. O universo da pesquisa foi de 172,7 milhões de pessoas, das quais 95,6 milhões foram consideradas leitoras, o que significa ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses. Desse total, 54% deles são estudantes que lêem as obras indicadas pela escola.

- A pesquisa mostrou que depois da fase escolar há um distanciamento da leitura. A escola precisa trabalhar um pouco mais na tarefa de criar leitores que gostem de ler e que continuem a ler depois que saem da escola, para uma leitura não só pragmática - avalia o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim.

As crianças apontam o prazer como o principal significado da leitura. Mas para a maioria dos entrevistados, o livro é uma fonte de conhecimento (42%). Só 8% citam a atividade como prazerosa ou interessante. As mães são indicadas como as maiores incentivadoras do hábito, ficando à frente dos professores (...)"

e em Portugal?

Estudos revelam progressos nos hábitos de leitura dos portugueses

" Os estudos realizados no âmbito do PNL revelam progressos quanto aos hábitos de leitura dos portugueses.

Segundo o estudo A Leitura em Portugal, coordenado por Maria de Lourdes Lima dos Santos, do Observatório das Actividades Culturais, os portugueses estão a ler mais do que há 10 anos, tendo-se verificado um aumento do número de leitores de livros na ordem dos 7 pontos percentuais e de jornais de 10 pontos percentuais.

O progresso registado é consistente. Contudo, os portugueses ainda não lêem o mesmo que os cidadãos de outros países europeus, motivo pelo qual o Governo vai continuar a investir no PNL, na rede de bibliotecas escolares e na rede de leitura pública.

Já de acordo com os resultados do estudo Hábitos de Leitura da População Escolar, coordenado por Mário Lages, da Universidade Católica Portuguesa, os estudantes gostam mais de ler do que habitualmente se pensa.

É nos 1.º e 2.º ciclo que os alunos são leitores mais entusiastas. No 2.º ciclo, verifica-se que 9 em cada 10 alunos afirmam gostar de ler, vindo os livros juvenis, de aventuras e de banda desenhada no topo das suas preferências.

No 3.º ciclo, a percentagem de alunos que dizem gostar de ler desce, com 29 por cento dos inquiridos a afirmar gostar pouco ou nada da leitura e quase 75 por cento a reconhecer que quotidianamente não lê outros livros que não os escolares.

No ensino secundário, o gosto pela leitura é mais acentuado nos estudantes que desejam prosseguir estudos. Entre os alunos que pretendem chegar ao doutoramento, 29 por cento referem que gostam muito de ler e, entre estes, 5 por cento consideram-se mesmo viciados na leitura."

terça-feira, 27 de maio de 2008

Metro: Crianças são directores por um dia

"O Metro vai entregar a direcção da edição de 30 Maio às crianças. O objectivo, explica ao M&P Luís Pimenta, director do título, é assinalar o Dia Mundial da Criança a 1 de Junho. “Vai ser o dia em que o Metro vai dar voz às crianças, não basta um Dia Mundial da Criança”, justifica. Para isso, a acção que “vai ser trabalhada com escolas com quem estamos a preparar esta edição”, vai convidar “um grupo alargado de crianças, entre os 6 e os 12 anos, a fazer o jornal”. Às crianças caberá, portanto, fazer a selecção e a produção dos conteúdos que irão constar na edição do final do mês. “Estou aberto que seja todo o jornal, a não ser que haja algum acontecimento de actualidade que o impeça”, adianta Luís Pimenta, assegurando que este é “um projecto inédito na imprensa portuguesa”, não tendo sido nunca realizado na network do jornal gratuito. “É uma ideia portuguesa”, diz.
A iniciativa será acompanha por uma acção de recolha de “jogos didácticos, brinquedos e livros”. O jornal, decorrente da parceria firmada com a Fundação do Gil, irá promover junto dos leitores a entrega desses produtos em pontos de distribuição do título, material que será, posteriormente, entregue a serviços de pediatria em hospitais.
“Estamos a pedir às pessoas para doarem aquilo que estes meninos mais necessitam, em bom-estado ou até produtos novos”, refere o responsável editorial. "

esta parece ser uma iniciativa muito rica em todos os sentidos - editorial, filantropico... certamente será uma edição do Metro para guardar!

RTP, SIC e TVI não cumprem lei da televisão e contrato de concessão

"(...) A estação pública registou também um "baixo índice" de programas formativos e uma "quase ausência" nos dias úteis de programas dirigidos aos públicos juvenil e infantil e aos grupos minoritários, obrigações impostas pelo contrato de concessão de serviço público.
A ERC fez ainda um "reparo crítico" à RTP2 devido às repetições de programas, que representam "mais de um quarto da programação" neste canal. Os canais privados SIC e TVI também foram acusados de incumprimento, tendo ambos falhado a obrigação de emitir programas informativos de debate e entrevista autónomos e com periodicidade semanal. A ERC adianta ainda que a TVI não cumpre a obrigação de emitir diariamente programas dirigidos ao público juvenil e infantil, no período da manhã ou da tarde. "
in Público 26/05/2008